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Métodos de Analgesia

Não Farmacológicos

Os métodos não farmacológicos incluem as técnicas psicoprofiláticas, a acupuntura e a estimulação elétrica transcutânea. Estas técnicas surgiram como alternativa à anestesia inalatória.

As opções não farmacológicas, apesar de suas limitações, apresentam vantagens, como pacientes relaxadas e cooperativas, redução na necessidade de analgésicos, retardo na instalação do bloqueio, participação ativa da mulher na hora do nascimento (que os médicos chamam de período expulsivo) e maior participação familiar.

Na seção sobre o parto psicoprofilático você tem todos os detalhes desta técnica e também informações sobre a hipnose. Agora, daremos destaque para a acupuntura. Para os chineses, a acupuntura é uma arte e filosofia; cada órgão é definido em termos de energia. Essa energia é propagada por meio de meridianos localizados na pele. Quando um órgão está doente ou é fonte de dor, a energia produzida por este órgão é anormal, podendo ser muito alta ou muito baixa. As agulhas posicionadas ao longo dos pontos desses meridianos podem aliviar a dor ao restaurar a energia em nível normal. Não há dúvidas que outros mecanismos são mobilizados, como a sugestão, a motivação e o condicionamento. O alívio da dor obtido por este método é parcial, e muitas parturientes precisam de ações complementares de analgesia para o segundo estágio do parto.

Já a estimulação elétrica transcutânea tem sido sugerida para alívio da dor do parto há muitos anos. Durante o parto, dois pares de eletrodos são colocados do dorso da parturiente e conectados a um gerador que produz impulsos bifásicos. À medida que o parto e as dores evoluem, a intensidade dos impulsos aumenta. Esta técnica produz analgesia parcial, que necessita de complementação com outros métodos durante o segundo estágio do parto. Ele é seguro e facilmente aplicável por médicos e enfermeiros obstétricos, mas tem como inconveniência a interferência elétrica da estimulação e o monitoramento da freqüência cardíaca fetal.

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